
O Congresso Nacional de Cientistas Ambientais e Socioambientais – CONAMB – tem como principais pautas reunir egressos de Ciências Ambientais, empresas e profissionais do meio ambiente, debater temas pertinentes ao mercado de trabalho ambiental e apresentar o trabalho da AMB enquanto associação, suas metas, seus objetivos e resultados para a regularização da profissão.
OBJETIVOS
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Reunir formandos, profissionais, pesquisadores, representantes de órgãos públicos, privados, terceiro setor, além de coordenadores de cursos de Ciências Ambientais de todo o país, para fomentar o debate, o intercâmbio de experiências e a construção de diretrizes voltadas ao fortalecimento da área ambiental.
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Difundir e incentivar a produção científica e inovação na área das Ciências Ambientais.
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Apoiar o desenvolvimento educacional em Ciências Ambientais.
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Discutir o cientista ambiental e promover estratégias para fortalecer sua atuação política e no mercado de trabalho.
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Construção de Grupos de Trabalho para encaminhamento das discussões ocorridas no I Congresso Nacional de Cientistas Ambientais do Brasil.
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Fomentar o estabelecimento de startups, pequenos negócios etc. para inovação na área ambiental
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Promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional (público e privado) na área das Ciências Ambientais.
A PRIMEIRA EDIÇÃO
Realizada na Universidade de Brasília - UnB, Campus Darcy Ribeiro, nos dias 11 e 12 de outubro, reuniu mais de 50 Cientistas Ambientais e Socioambientais de todas as regiões.
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O primeiro dia contou com palavras super especiais, e foi marcado pela conexão entre os participantes. Confira a transmissão ao vivo no começo do evento:
Tivemos estreia do curta “Quem são os Cientistas Ambientais?”, seguido do Amb Talks, com experiências enriquecedoras em Parcerias Corporativas, Inovações Ambientais, Saúde Ambiental, Meio Ambiente e Desenvolvimento, Mercado de Geotecnologia, Educação Ambiental e Ecopedagogia.
A mesa "O olhar das coordenações de curso": retomou a discussão sobre como os egressos tem se inserido no mercado de trabalho. Oportunidades encontradas e ainda mal exploradas, lacunas de visibilidade e estratégias para fortalecer a profissão voltaram a ser pautas entre a academia e o profissional.
Oficinas e Minicursos realizados: clique aqui para ver descrições e objetivos de cada uma.
O segundo dia iniciou com o painel "Cientistas Ambientais em ação (desafios e agendas)", onde experiências no Sistema S, Governo, Pesquisa, Empresas e Terceiro Setor foram tema de uma rica conversa sobre o aproveitamento de talentos.
A mesa "A importância do associativismo e o papel da AMB" trouxe para o centro como associações fortalecem a categoria, influenciam pautas socioambientais e tem papel essencial na representatividade da classe rumo a um conselho.
A tarde ainda ofertou discussões estratégicas em mesas temáticas que debateram quem é o Cientista Ambiental; sobre a Associação, devemos ir além da profissão? E quanto ao conselho, quais os passos cruciais da regulamentação da profissão e quais as competências específicas nos caracterizam.
Este evento foi realizado por uma comissão de Cientistas Ambientais de várias partes do país, mas só foi possível com parceiros como a Universidade de Brasília, através do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) - onde majoritariamente as atividades aconteceram - e o Instituto de Química onde ocorreram as oficinas. Outro apoiador importantíssimo nesse projeto foi a Coordenação do Curso de Ciências Ambientais da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).
O I CONAMB terminou com avaliação do público, encerramento pela organização e muitas fotos para recordar esse marco histórico!














